Apelamos a todas as formas de luta desde, que evoluam para novas formas superiores, tais como Greves Gerais e sempre que tenham como objectivo travar e derrotar a ofensiva capitalista e o avanço do fascismo.
Claro que sim que vai, não tem sido sempre essa a sua politica, haverá dúvidas sobre isso?
E as centrais sindicais e restantes "sindicatos" vão fazer o quê?
A CGTP tem razão na critica que faz ao PS quando este por um lado considera o OGE um mau Orçamento e depois anuncia que em nome da estabilidade politica vai ABSTER-SE na votação, quando na verdade tal ABSTENÇAO significa a sua viabilização e a continuação da sua politica que cada vez mais favorece os interesses dos tais 10% de famílias ricas que detêm 60% da economia nacional.
Mas a sua justa critica perde razão pela sua inconsequencia politica quando sabe que o OGE vai ser aprovado se limita a convocar uma manifestação para dia 21 deste mês - que apoiaremos, como apelamos a todos os trabalhadores a mobilizar-se e a participar - e a nada dizer sobre o que fazer em termos de novas convocações para combater as consequências anti-laborais e sociais que o novo OGE vai querer impôr.
Tendo em conta experiências passadas é natural que depois de aprovado o OGE se recorra de novo a manifestações que não deixaremos de - apoiar e de poder contribuir para a sua mobilização - a esconder por trás de si, apenas a intenção de se marcar presença, tal como aconteceu em enúmeros "acordos" que não se assinou, mas que na prática muito pouco ou nada se fez para os contrariar, a comprová-lo está as perdas enormes tanto laborais como sociais que a classe trabalhadora sofreu aos longo das décadas após o golpe reacionário do 25 de Novembro, com a agravante de tal pratica hoje ser altamente aproveitada pela lábia demagógica da direita, bem como da extrema direita no qual se destaca o Chega/Ventura.
O combate a fazer contra a implementação do novo OGE, será muito mais difícil na medida em que as suas politicas raecionárias são muito mais abragentes do que aquelas que estavam comtempladas no Pacote anti Laboral que foi derrotado, o que quererá dizer que a sua inviabilização e derrota vai exigir formas de luta ainda mais avançadas, do que as duas Greves Gerais a que se recorreu para travar e derrotar o Pacote anti-laboral, daí que se APELE a que se tenha isso em conta e que não se hesite em convocá-las em nome da estabilidade politica que só pode favorecer os interesses da burguesia capitalista e da sua tropa de choque, o governo P"SD"/C"DS" e os partidos ainda mais reacionários à sua direita e extrema direita tais o IL e o nazi/fascista Chega
Recorrer à justificação de que se necesita de tempo suficiente para combater o apelo à Greve Geral que milhares de pessoas em luta pelo direito à habitação em várias manifestações exigiram, não tem nada a ver com a justificação apresentada, na medida em que as manifestações por si só, são um forte factor de mobilização dirigido principalmente à classe trabalhadora, dado que é ela em primeiro lugar a que mais sofre com essa situação. Por outro quando se apelou à Greve Geral contra o OGE, mas também por todos os outros direitos laborais e sociais que a CGTP inscreve no seu programa de luta imediato, para se fazer Greve Geral no dia 11 de Novembro dia de Greve Garal em Espanha e a sua transformação numa Greve Geral Ibérica, é por demais evidente que tinha a sua razão de ser, já que a sua importância não só galvanizaria como reforçaria a luta da classe trabalhadora portuguesa pela defesa dos seus interesses, bem como da classe trabalhadora irmã de todas as nacionalidades da Península Ibérica.
Apelamos a todas as formas de luta desde, que evoluam para novas formas superiores, tais como Greves Gerais e sempre que tenham como objectivo travar e derrotar a ofensiva capitalista e o avanço do fascismo.
