quarta-feira, 29 de abril de 2026

A energia está no centro da estratégia dos Estados Unidos contra a China.

Para os opinadores que ainda não compreenderam a estratégia de  Trump ou para outros que acham que é " incompetente e errático" talvés as palavras da senadora norte-americana, ou o Almirante Samuel Paparo, comandante do Comando Indo-Pacífico (Indopacom), mesmo ocultando a ofensiva pela permanência do dolar como moeda de transação comercial, que já destruiu vários paises, o enforcamento de Saddam Hussein, e o sequestro do Presidente Nicolas Maduro, que se tratra de uma ofensiva imperialista, com o apoio dos grandes grupos financeiros americanos, particularmente o judaico que domina 60% da economia americana, os possa esclarecer. "A Chispa!"

 "A senadora Joni Ernst abriu o debate relembrando a estratégia de segurança nacional do governo Trump, que vê a energia americana não apenas como um activo econômico, mas como uma verdadeira alavanca estratégica." os possa esclarecer





VIA: "mpr21.info"


26 de Abril de 2026



Em uma audiência recente perante o Comitê de Serviços Armados do Senado dos EUA, altos oficiais militares confirmaram que o "domínio energético" dos EUA é a pedra angular da estratégia política americana na região Indo-Pacífica, especialmente para conter a China.

A senadora Joni Ernst abriu o debate relembrando a estratégia de segurança nacional do governo Trump, que vê a energia americana não apenas como um activo econômico, mas como uma verdadeira alavanca estratégica.

Ele perguntou ao Almirante Samuel Paparo, comandante do Comando Indo-Pacífico (Indopacom), se os Estados Unidos consideram a dependência energética de seus parceiros como uma vulnerabilidade estratégica.

A resposta do almirante foi inequívoca: “Sim, absolutamente. As forças americanas monitoram as reservas de energia de todos os parceiros, mas também as de todos os potenciais concorrentes.”

Paparo enfatizou que as vulnerabilidades afectam não apenas a fonte de energia, mas principalmente as rotas marítimas utilizadas: os estreitos de Malaca, Lombok e Sunda, entre outros.

Essas rotas, descritas como "geografia crítica", conferem aos Estados Unidos a capacidade de "impor custos", ou seja, bloquear ou interromper fluxos e, ao mesmo tempo, permitir que os defendam.

O almirante também afirmou que os Estados Unidos agora podem se tornar um fornecedor líquido de energia na região, reduzindo assim sua própria vulnerabilidade e a de seus aliados a esses pontos de estrangulamento estratégicos.

O depoimento confirma o que muitos observadores já vinham apontando: o controle das rotas marítimas de energia continua sendo uma ferramenta fundamental na estratégia dos EUA para bloquear a China, visto que grande parte de suas importações de petróleo e gás transitam por esses estreitos.

Além das declarações oficiais sobre a “liberdade de navegação”, os militares dos EUA reconhecem abertamente que a energia e a geografia são armas na perseguição a Pequim. Este é um elemento fundamental para compreender as tensões atuais no Mar da China Meridional, no Panamá e na região Indo-Pacífica.

 

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