
Tradução de Caia Fittipaldi
"Só é marxista quem torna extensivo o reconhecimento da luta de classes ao reconhecimento da Ditadura do Proletariado" Lénine







O correspondente da Telesur no Oriente Médio, Hisham Wannous, informou que o ataque foi efectuado por marinheiros de Israel e que no processo empregou-se o uso de um helicóptero.
Wannous observou que logo depois de saber da notícia houve manifestações em Gaza e na Turquia em repúdio ao ataque, enquanto o governo israelense mantém silêncio sobre o assunto.
O correspondente indicou que os navios de guerra israelenses que participaram no ataque saíram do porto de Haifa, no norte de Israel, transportando mísseis e todos os tipos de armas.
O jornalista também explicou que o que restou da Frota Gaza Livre será levado para Haifa, onde se prevê que sejam detidas as pessoas que viajam na Gaza Livre. Segundo Wannous, a maioria dos mortos são europeus e turcos.
Gaza Livre escreveu em seu site na Internet que o navio atacado foi o HHI, de bandeira da Turquia, assegurou a organização humanitária, foi abordado por membros da Marinha de Israel.Entre os passageiros da embarcação de Gaza Livre se encontram parlamentares europeus e ganhadores do Prêmio Nobel da Paz.
A imprensa turca mostrou imagens tiradas no interior do barco turco Mavi Marmara, nas quais se viam soldados israelenses abrindo fogo.
Desta forma, Israel cumpriu as advertências realizadas no último sábado pelo porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Yigal Palmor, que disse que seu país estava preparado para bloquear a passagem das embarcações, incluindo o uso da força.
"Vamos tentar impedi-los de se aproximar da costa da Faixa de Gaza de forma pacífica, mas se eles insistem em passar, os impediremos", afirmou Palmor, no sábado passado.
Os barcos da Frota Gaza Livre, que busca ajudar o povo palestino que vive sob o férreo bloqueio israelense, com o envio de alimentos, móveis, assistência médica e materiais de construção, estruturas como hospitais e escolas foram destruídos ou deixadas em muito mau estado pelos ataque realizado pelas forças israelenses.
Segundo a imprensa turca, o ataque israelense contra o barco da Frota Gaza Livre ocorreu em águas internacionais às 04:00 horas locais (01:00 GMT).
Logo que a informação do ataque israelense foi divulgada, centenas de pessoas se reuniram para protestar enfrente ao consulado israelense na cidade turca de Istambul.
A frota é composta por seis navios, três deles turcos, e transporta, entre outras coisas, materiais de construção, equipamentos médicos de necessidades básicas, com o fim de romper o bloqueio que sofre a Faixa de Gaza por parte de Israel.
Traduzido por Dario da Silva
Original encontra-se em: http://www.telesurtv.net/
Por concordar-mos inteiramente com o texto públicado por "Rádio Moscovo" e este se enquadrar na onda de solidariedade que é necessário desenvolver em Portugal, em apoio dos presos politicos independentistas e comunistas presos em Espanha, decidi-mos reproduzi-lo na nossa página. A CHISPA!
Unai Romano. Antes e depois de ter sido torturado pela polícia espanhola.
Tenho recebido diversos e-mails e mensagens a pedirem a assinatura de um abaixo-assinado em solidariedade com o juiz Baltasar Garzón. Este juiz espanhol foi suspenso das suas funções por, entre outros motivos, tentar investigar os crimes do franquismo sobre os republicanos. Não tendo qualquer dúvida sobre a importância de se condenar o fascismo e os fascistas, não sou capaz de me sentir solidário com Baltasar Garzón.
Baltasar Garzón é um dos principais responsáveis pela ilegalização do Herri Batasuna e de vários partidos da esquerda independentista basca. É também responsável pela ilegalização do PCE(r). Baltasar Garzón é um dos principais responsáveis pelas centenas de cidadãos bascos inocentes que passaram pelos calabouços. É também responsável por silenciar e não investigar a tortura de que foram e são alvos milhares de cidadãos bascos. Baltasar Garzón é um dos principais responsáveis pela proibição de vários jornais e rádios bascos. É também responsável pela proibição de várias manifestações e acções de protesto, posteriormente alvos de violentas cargas policiais.
A Rádio Moscovo não apoia o juiz Garzón. Daqui, toda a solidariedade com as vítimas do franquismo e todo o apoio à abertura de uma investigação que é urgente.
Publicada por Pedro Bala em http://www.radiomoscovo.blogspot.com/
Reproduzida por http://www.achispavermelha.blogspot.com/




Apesar das nossas divergências politicas e ideológicas com a grande maioria destas organizações, pelo facto de as considerar-mos, com uma prática politica revisionista/reformista, politica essa responsável pela degenerescência e traição aos ideais da revolução e do socialismo e do retorno do capitalismo ao antigo campo socialista, mas que agora procuram uma fuga para a frente, passando por cima de uma auto-critica séria e profunda que no nosso entender deveriam promover ao seu passado, como nos parece que está a ser feito pelo PCGrego e alguns outros partidos.
No entanto, não deixamos de aplaudir esta iniciativa conjunta, bem como concordamos inteiramente com o teor do documento e os objectivos que se propõem alcançar,desejando que esta iniciativa se aprofunde e que contribua para a emergência de um PROGRAMA que unifique os vários proletariados nacionais, em torno dos seus principais interesses, contra os interesses da burguesia imperialista europeia e contra o capitalismo, pelo socialismo proletário.
Chamamos ainda a atenção dos militantes e simpatizantes do PCP, para o facto de a Direcção do seu partido não ter assinado tão importante documento, convergindo na prática com as posições oportunistas dos partidos pequeno burgueses, como o BE, que compõem o Partido da "Esquerda" Europeia-PEE, que em vez de combaterem os vários PECs anti-sociais impostos pela Comissão Europeia e pelos governos da burguesia contra os seus povos, como é o caso em Portugal, procuram "suavizar" estes, com a introdução de algumas propostas politicas demagógicas de caracter social, contribuindo na prática, para a salvaguarda dos interesses económicos e politicos das burguesias nacionais, quando estas devem ser responsabilizadas pelas crises económicas que provocam, como ainda para o agravamento das condições sociais em que já vivem as populações trabalhadoras. " A Chispa"!
Partidos Comunistas e de Trabalhadores dos Países da União Europeus
O Encontro dos Chefes de Estado da União Europeia, de 21 de Fevereiro, sinaliza um novo ataque severo contra a classe trabalhadora e a população da Europa. As resoluções do Encontro, de acordo com a «Estratégia 2020 da EU» que promove e aprofunda a Estratégia de Lisboa, intensificam a política anti-popular da União Europeia e dos governos burgueses através de duras medidas contra a classe trabalhadora e o povo. Eles procuram reforçar a lucratividade dos monopólios europeus da União Europeia e a competição do imperialismo internacional. A estratégia da UE para sair da crise é baseada na imposição de mudanças no sistema de segurança social, no aumento da idade de aposentação e no drástico corte de salários, pensões e benefícios sociais. Esse ataque carrega a estampa das forças liberais e sociais-democratas que sustentaram a estratégia do capital em cooperação com a União Europeia.
O deficit público e a supervisão das economias de alguns Estados Membros onde se incluem a Grécia, a Irlanda, Portugal, Espanha além de outros países são usados para intimidar, ideologicamente, o povo trabalhador da Europa.
As companhias transnacionais e os bancos tiveram lucros imensos através da exploração dos trabalhadores e dos subsídios do Estado, ambos antes e durante a crise. Agora eles competem pela partilha do novo empréstimo. Novamente eles jogam a culpa sobre os trabalhadores, os pobres e as famílias dos pequenos camponeses, e os trabalhadores autónomos através da persuasão e da intimidação. O espírito de resistência é intensificado entre os trabalhadores europeus que não estão prontos para compartilharem o custo da crise que não devem suportar pois não são eles os culpados. Na Grécia, Portugal e outros países, trabalhadores e pequenos e médios agricultores estão protagonizando manifestações públicas e greves contra as medidas austeras tomadas. Os Partidos Comunistas e de Trabalhadores signatários estão a desempenhar um papel protagonista neste movimento, estando na linha de frente da luta de classes.
Os Partidos Comunistas e de Trabalhadores chamam a classe trabalhadora e os povos de cada país a organizarem seus contra-ataques e condenarem os partidos que apoiam a ofensiva anti-popular da UE; para reforçar as fileiras do movimento operário; rejeitarem as alianças que promovem políticas anti-populares e darem uma forte resposta à agressão contra a população exigindo, ao invés disso: emprego pleno e estável com todos os direitos garantidos para todos, aumento substancial dos salários, abolição das leis que vão contra o bem-estar e o trabalho, redução na idade para aposentadoria e, principalmente, educação, saúde e segurança gratuitas. Trabalhadores podem viver melhor sem os capitalistas; eles produzem o bem-estar e, por isso, devem aproveitar isso.
1. Partido dos Trabalhadores da Bélgica
2. Partido Comunista Britânico
3. Novo Partido Comunista da Inglaterra
4. Partido Comunista da Bulgária
5. Partido dos Comunistas Búlgaros
6. AKEL, Chipre
7. Partido Comunista na Dinamarca
8. Partido Comunista da Estónia
9. Partido Comunista da Finlândia
10. Partido Comunista da Grécia
11. Partido Comunista dos Trabalhadores Húngaros
12. Partido Comunista da Irlanda
13. Partido dos Trabalhadores da Irlanda
14. Partido dos Italianos Comunistas
15. Partido Socialista da Letónia
16. Partido Socialista da Lituânia
17. Partido Comunista de Luxemburgo
18. Partido Comunista de Malta
19. Novo Partido Comunista da Holanda
20. Partido Comunista da Polónia
21. Partido Comunista da Roménia
22. Partido Comunista da Eslováquia
23. Partido Comunista dos Povos da Espanha
24. Partido Comunista da Suécia
Como a Noruega é um membro associado da UE, Partido Comunista da Noruega também assina o documento.
Outros Partidos: Pólo de Renascimento Comunista da França

